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Diagnóstico

Região é uma das piores com índices de câncer de mama

Divulgação/Ascom SES imagem ilustrativa - fireção ilustrativa - A presidente do Imama, Maira Caleffi, e a secretária Arita assinaram o termo de cooperação

A Secretaria da Saúde (SES), o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS) e o Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) assinaram, nesta segunda-feira , um termo de cooperação com o objetivo de ampliar o diagnóstico ágil do câncer de mama e contribuir para a redução da mortalidade pela doença no Estado.

O objetivo do projeto SOS Imama, de acordo com a presidente do instituto, Maira Caleffi, será alcançado por meio da formação de uma rede de apoio selecionada e qualificada pela instituição nas regiões definidas pela SES.

Nesta primeira etapa, a iniciativa será aplicada nos municípios das regiões Metropolitana e da Campanha, onde se encontram os piores índices da doença no Estado. "Acesso aos exames diagnóstico é a palavra de ordem para salvar a vida das mulheres com câncer de mama. Essa é uma doença que tem cura", alertou Maira.

Em nenhuma das duas regiões, historicamente, se atinge o indicador de mamografias na população-alvo. A região de Saúde 10 (Capital/Vale do Gravataí) é onde existe o maior número de mamógrafos no Estado, mas também concentra os maiores índices de câncer de mama. Em 2020, nessa região houve 745 casos e 347 óbitos. Na região de Saúde 22 (Pampa) verifica-se dificuldade de acesso aos exames e registrou-se a maior redução do número de exames no sul do Estado após o início da pandemia.

Na prática, o projeto organizará visitas às Unidades Básicas de Saúde (UBS) e palestras sobre o tema, com o intuito de sensibilizar e capacitar os profissionais para o diagnóstico precoce; conscientizar a população quanto à importância dos exames preventivos; articular redes de apoio locais, por meio de parcerias; e fortalecer a linha de cuidado do câncer de mama.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, ressaltou que a parceria fortalecerá o atendimento na rede básica de saúde. O Estado já abriu 18 ambulatórios de ginecologia em diversos lugares do Rio Grande do Sul, ampliando o acesso ao serviço pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e adquiriu oito mamógrafos digitais para locais onde havia vazios assistenciais, como, por exemplo, Hulha Negra e Itaqui.

"Essa parceria é a soma de esforços das entidades para apoiar a rede básica com vistas ao diagnóstico precoce, bem como estimular a mobilização do trabalho voluntário, tão importante para sensibilizar sobre o cuidado com a saúde da mulher", destacou a secretária.

Programação

A agenda de palestras e visitas iniciou ontem, em Lavras do Sul. Nos próximos dias prosseguirá em Dom Pedrito, Candiota, Hulha Negra, Bagé e Aceguá.

Dom Pedrito

16/8

Visita às Unidades Básicas de Saúde (UBS)

17/8

9h30min: palestra aberta para comunidade na Casa da Liga

Candiota

18/8

8h30min: palestra para as trabalhadoras da Usina Pampa Sul

13h: palestra aberta ao público na Câmara de Vereadores

19/8

Visitas às UBS

Hulha Negra

22/8

Visita à UBS

14h: palestra aberta ao público na Câmara de Vereadores

Bagé

23 e 24/8

Visita às UBS

25/8

14h: palestra no auditório do Palacete Pedro Osório

Aceguá

26/8

Manhã: visita à UBS

13h30min: palestra no Centro de Convívio de Aceguá


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