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Comecei a cansar / Mas não me entrego
Desde que me conheço por gente (alguns duvidam que sou! Kkk) e começaram a dar importância para as pesquisas eleitorais, tenho me manifestado sobre o vai e vem na publicação dos ‘resultados’. Entre minhas dúvidas está a tal popularidade. O que interessa não é a popularidade e sim a aprovação, ou não, do governo. Ontem, por exemplo, o Correio Braziliense publicou uma pesquisa sobre o tema visando as eleições de 2026. Vou ‘colar’ e os leitores concluam. Vão se aperceber, outra vez, que misturam popularidade com aprovação do governo.
Entre aspas:
“O instituto Quaest: pela primeira vez, governo Lula é reprovado por mais da metade da população. O levantamento é o primeiro da Genial Quaest a mostrar uma reprovação de mais de 50% para o governo Lula.
Entre as regiões do país, segundo o levantamento da Quaest, o Sul concentra o maior índice de reprovação, com 64%. Lula concentra maior popularidade no Nordeste, com 52% de aprovação.”
(crédito: José Cruz/Agência Brasil)
“Pela primeira vez, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser reprovado por mais da metade da população, de acordo com a nova pesquisa Genial Quaest, divulgada nesta quarta-feira (2/4). O levantamento, que ouviu 2.004 pessoas maiores de 16 anos entre os dias 27 e 31 de março, mostra que o presidente é reprovado por 56%, enquanto 41% da população aprova a gestão e 3% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
É a primeira pesquisa do instituto em que Lula é reprovado por mais de 50% da população. A última pesquisa Genial Quaest, divulgada em janeiro, mostrava uma reprovação de 49%, frente à aprovação de 47%. Os resultados da pesquisa reforçam o que foi mostrado por outros institutos, como a AtlasIntel desta semana (49,6% de reprovação).”
Paro para pensar (às vezes o faço).
O macaco aqui pergunta: como foi reprovado por mais de 50% da população? Isso quer dizer que baixou a quantidade de pessoas que o conheciam e que agora deixaram de conhecê-lo?
O Roberto Carlos é popular e sempre será. Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Angela Maria, Paulinho da Viola... e por aí segue a relação, certo? Não gostar da pessoa é outra coisa. E vou repetir: nunca gostei do Hitler e continuo não gostando. E é assim com todo mundo.
É por isso que os institutos de pesquisa vêm errando em suas previsões. Eu disse no título acima: eles vêm me cansando de tanto que repito a mesma coisa (eu sou repetitivo), mas não esmoreço. Vou continuar batendo na mesma tecla até que alguém resolva criar perguntas diferentes para a próxima eleição. Popularidade é uma coisa, aprovação de governo é outra. Concordam ou não?
Voltei.
Vai começar a ‘batalha’ das pesquisas. Isso sim não é novidade. Os institutos vivem de pesquisa. Pesquisas são encomendadas por quem tem interesse em saber algo sobre sua empresa. No caso, a eleição.
É o velho adágio: “quem paga, manda”. Entenderam?
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