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Adicional de penosidade será pago em folha suplementar

CPERS Divulgação imagem ilustrativa - fireção ilustrativa -

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) do Estado informou que identificou uma inconsistência no processamento da folha de pagamento de fevereiro e, por isso, o adicional de penosidade será pago em folha suplementar para parte dos servidores de escolas. O problema afeta somente os agentes educacionais vinculados à Secretaria da Educação (Seduc), e foi causado, segundo o Piratini, por uma falha técnica no momento da inclusão da informação que identifica os servidores com direito ao benefício.   

Assim, com exceção dos servidores da Seduc, todas as outras categorias receberão normalmente o adicional de penosidade, retroativo a 1º de janeiro de 2025. "A Sefaz e a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) trabalham para corrigir o problema o mais rápido possível e garantem que todos os colaboradores vinculados à Seduc que têm direito ao benefício receberão os valores", destacou o Estado. A folha suplementar será paga na próxima quarta-feira (5 de março), mesmo dia em que será pago, retroativo a janeiro, o reajuste do magistério.  

O sindicato que representa a categoria, o Cpers, destacou que o anúncio só ocorreu após forte mobilização (a entidade oficiou o governo, que havia se comprometido com o pagamento já no mês de fevereiro). "Mais uma vez, para justificar seu descaso com os funcionários de escola, o governo recorre à já conhecida desculpa de 'inconsistência no processamento da folha de pagamento'. Um erro que, curiosamente, sempre prejudica os mesmos trabalhadores: aqueles que sustentam a educação pública do Rio Grande do Sul", manifestou o sindicato.

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