A Prefeitura de Porto Alegre confirmou um caso de Mpox na capital gaúcha. A pessoa infectada reside no município, mas contraiu o vírus fora do Rio Grande do Sul. Em 2025, a cidade registrou 11 casos da doença.
A reportagem do Folha do Sul conversou com a titular da 7ª Coordenadoria Regional de Saúde, Claudia Souza, que destacou que a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) emitiu um alerta epidemiológico com orientações direcionadas tanto aos profissionais de saúde quanto à população em geral.
Segundo ela, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), foram intensificadas as ações de sensibilização das redes de vigilância e de atenção à saúde. O objetivo do alerta é ampliar a detecção de possíveis casos suspeitos e analisar o perfil genotípico do vírus.
Ela pontuou que a Mpox é uma doença zoonótica viral cuja transmissão para humanos pode ocorrer pelo contato com pessoas infectadas pelo vírus, materiais contaminados ou animais silvestres, especialmente roedores, que estejam infectados.
Entre os principais sinais e sintomas estão erupções cutâneas ou lesões na pele, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. O período de incubação costuma variar de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias.
A orientação das autoridades de saúde é que qualquer pessoa que apresente sintomas compatíveis procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação profissional. Também é fundamental informar se houve contato próximo com caso suspeito ou confirmado e, se possível, manter isolamento até esclarecimento do diagnóstico.