Apelidos e constrangimento são as formas mais comuns de bullying

 

No Dia Nacional de Combate ao Bullying, a Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul divulgou dados sobre as ações de prevenção e enfrentamento à violência escolar, com foco na promoção de ambientes seguros, acolhedores e inclusivos na rede. Os dados apontam que apelidos pejorativos e atitudes de constrangimento estão entre as formas mais comuns de bullying, especialmente em sala de aula. 

 

Conforme o Estado, entre 2024 e 2025, mais de 1 040 facilitadores foram formados para conduzir Círculos de Construção de Paz nas escolas. O monitoramento das situações ocorre por meio da plataforma Cipave+, que registra casos e ações preventivas. Desde 2023, mais de seis mil iniciativas de prevenção foram cadastradas pelas escolas, e quase duas mil comissões atuam na mobilização da comunidade escolar.

 

No ambiente digital, o enfrentamento exige maior integração entre escola, família e rede de proteção. Todo o trabalho é conduzido pelo Núcleo de Cuidado e Bem-Estar Escolar (NCBEE), criado em 2023, que atua na promoção da cultura de paz, na mediação de conflitos e no fortalecimento da convivência. 

 

Vale mencionar que a rede também conta com equipes multiprofissionais, cursos de formação e protocolos específicos para situações de violência. Para 2026, está previsto o lançamento de um protocolo exclusivo para enfrentamento ao bullying e ao cyberbullying.

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