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Lideranças avaliam com otimismo a 44ª Expointer

Foto: Itamar Aguiar/Especial FS
Faturamento total da feira agropecuária foi de R$ 1.629.550.234,30

A 44ª Expointer que encerrou no domingo contabilizou faturamento de R$ 1.629.550.234,30 e um público de 66,2 mil visitantes presenciais. Os dados foram divulgados durante coletiva de imprensa no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na presença do vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, da secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti, da secretária da Saúde, Arita Bergmann, e das entidades compromotoras da feira.

O volume de negócios não alcançou o valor movimentado em 2019 (R$ 2,69 bilhões), ano da última feira antes da pandemia. O faturamento no Pavilhão da Agricultura Familiar chegou a R$ 2,82 milhões, valor um pouco mais da metade do faturamento de 2019, apesar de o público visitante ter reduzido seis vezes em relação à feira de dois anos atrás. No setor de máquinas e implementos agrícolas, o mais rentável do evento, o volume de negócio bateu R$ 1,42 bilhão. O setor automobilístico somou receita de R$ 200,3 milhões, crescimento de 43,6% na comparação com a última Expointer presencial.

Os 108 artesãos participantes da 38º Exposição de Artesanato do Rio Grande do Sul (Expoargs), realizada no Pavilhão do Comércio, comercializaram R$ 650 mil durante os nove dias de evento. A venda de animais somou R$ 854,8 mil. O número ficou abaixo do resultado de 2019, porque na 44º Expointer não ocorreram leilões presenciais, o que costuma movimentar valores expressivos.

Farsul avalia com otimismo

O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul ( Farsul), Gedeão Pereira, classificou a 44ª Expointer como magnífica. "A expectativa que tínhamos não chegaria a tanto. Tivemos a primeira Expointer com animais não vacinados e as pessoas com vacinação, só esse detalhe já vai ficar na história", pontuou. "Evidentemente não tivemos, em relação a valores, nada parecido com a 2019 até porque não vieram as máquinas. É preciso lembrar que 62% da indústria de máquinas brasileiras está no Rio Grande do Sul e isso é extremamente relevante para nossa economia", falou ao recordar que as grandes empresas do setor não participaram em razão de uma decisão tomada já no início do ano.

Quanto aos animais, Pereira enalteceu a qualidade da exposição. "O show foi dos animais. Semelhante a 2019, especialmente a ovinocultura que vem crescendo paulatinamente sua participação", avaliou. Para ele, outro ponto ressaltou a importância da feira no cenário nacional e internacional.

Fetag classifica como sucesso

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, avaliou a 44ª Expointer como um sucesso devido ao empenho das agroindústrias, que acreditaram na organização da feira e trouxeram muitos produtos novos e de qualidade

Joel acredita que o sucesso da agricultura e da pecuária familiar na Expointer se deve também a parceria da Fetag-RS com as demais entidades co-promotoras da feira, com o Governo do Estado, mas principalmente devido aos expositores presentes no pavilhão da agricultura familiar, nas máquinas e nos pavilhões dos animais.

Durante os nove dias da Expointer, o pavilhão da agricultura familiar comercializou o total de R$ 2.827.324,80. O número foi atingido com a participação de 228 empreendimentos divididos em 210 estandes, números menores devido a pandemia, mas superiores aos de 2020, quando as agroindústrias atenderam apenas em formato de drive thru.


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