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Perdas que não se apagam

Foto: Reprodução/Internet
Escritora imprimiu sua marca na literatura brasileira


O fim e começo do ano foram marcados por duas perdas irreparáveis. No ultimo dia do ano de 2021, o Rio Grande do Sul ficou órfão de um dos maiores e mais influentes nomes da escrita dos últimos tempos, Lya Luft, 83 anos. Ler Lya era "navegar" pelas águas profundas da literatura. Ela versava com desenvoltura sobre o cotidiano da vida e suas nuances. Dois bageenses, expoentes da comunicação e das letras se manifestaram sobre a perda - a jornalista Tânia Carvalho e o poeta e escritor, Luiz Coronel.

Outra perda aconteceu no dia 2 de janeiro, com a morte do historiador, Voltaire Schilling, 77 anos. Escritor com diversos livros publicados, ele foi professor em várias instituições do Estado e diretor do Memorial do Rio Grande do Sul. Em 2013, recebeu do governo da França a insígna de cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito, uma das principais honrarias civis do país. Sobre a morte do historiador se manifestaram dois proeminentes bageenses, o escritor, José Francisco Botelho e o fotógrafo, Eurico Sallis. Já Luiz Coronel escreveu - "Voltaire era digno do nome que o batizou".

Adeus Lya Luft

"Morrer acontece com o que é breve". Lya deixa uma obra literária, e obra é legado de vida. Nossa ARL lhe prestou digna e derradeira homenagem. Abracemos sua memória. (Luiz Coronel).

 

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