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O médico que encantou

Foto: Divulgação

Em março de 2020, o Estado voltou os olhares para a Rainha da Fronteira. A epidemia que começou na longíqua cidade de Wuhan, na China, em dezembro de 2019, chegou de forma galopante e impiedosa em Bagé. E tudo começou justamente no lugar que ninguém poderia imaginar - a Santa Casa de Caridade de Bagé. O primeiro caso de covid-19 foi com o então provedor do hospital e um dos médicos mais queridos de Bagé, Jorge Moussa. Houve uma consternação geral. Logo depois, ele foi levado para Porto Alegre, onde por um longo período lutou pela vida, enquanto seus conterrâneos rezavam pela recuperação. Passados quase dois anos, os bageenses amanheceram, ontem, com a triste notícia da morte do médico querido e admirado. O profissional deixou sua marca que jamais será esquecida. 

O mundo ainda de joelhos

O planeta voltou a ter medo do vírus que deixou a humanidade de joelhos, desde março de 2020. Depois de atravessar 2021 - o ano da esperança devido a vacina, 2022 começa sob o véu espesso e assustador dessa praga do século. Eventos estão sendo cancelados como um efeito dominó. Embora todos estejamos fartos dessa pandemia, é melhor um evento cancelado do que uma vida perdida. Esse momento de tensão pelo qual estamos passando agora, muito disso tem relação com os efeitos das festas de final de ano e praias abarrotadas. Os casos estão elevados, principalmente por conta da variante ômicron. Portanto, está muito claro que para conter o avanço da covid-19, isso depende de cada um - é uma questão de comportamento, a começar pelos cuidados básicos como uso de máscara e manter o distanciamento, caso contrário ainda iremos conviver por muito tempo com essa chaga.



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